Saia da média para o sucesso

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Com certeza sua mãe ou seu pai já disseram algo como “Você não é todo mundo” em uma situação na qual você quis algo que todos os colegas ou amigos tinham ou iriam realizar – e hoje, mais consciente, percebeu que sim, eles tinham razão: o que todo mundo faz pode conduzir aonde todo mundo está. Só que, no topo, no sucesso, todo mundo NÃO está.

Trazendo esta reflexão para os negócios e carreira, muito cuidado para seguir caminhos nos quais todo mundo segue sem analisar claramente qual o verdadeiro objetivo e onde este caminho irá dar.

Como exemplo, recentemente houve uma queda na valorização das moedas digitais – depois de um tempo no qual todos pareciam investir pesado no que diziam ser “a aposta do futuro” com metaversos e outros universos virtuais possíveis.

A queda em uma moeda aconteceu e afetou outras – e muitos (o todo mundo) acharam ter perdido todas as economias. Será mesmo? Será que “todo mundo” está certo disso? Dois dias após a queda os mercados se recuperaram e quem analisou o cenário com frieza aproveitou o momento para expandir a carteira – comprando na baixa – e manter o que já tinha pois a recuperação era previsível.

Quando saímos da perspectiva de massa, que em sua maioria prescinde de um pensamento crítico e se baseia no emocional reativo – a pessoa não age, m as reage a um acontecimento – temos oportunidade de crescimento e diversificação.

Outro exemplo recente de um “movimento todo mundo faz” foi cair no ócio não criativo por conta do “fique em casa”, o lockdown de 2020. Muita gente se desesperou e perdeu negócios porque seguiu na mesma metodologia de trabalho antes da pandemia; já outros (não tantos) se recuperaram do primeiro baque, analisaram como seguir trabalhando com algo online, diferente do que realizavam e inovaram com sucesso. Claro que sair do senso comum requereu o que a maturidade e emocional forte trazem: coragem.

Ter coragem de “não ser todo mundo” é algo que crianças e adolescentes não tem e nem sabem que é possível: como estão desenvolvendo suas personalidades tendem a achar que a voz dos colegas e do meio é a voz de Deus, é o rumo certo pois a maioria tende a afetar um raciocínio crítico (que eles não tem, ainda).

Nestes casos, os pais são os monitores que apontam caminhos alternativos inteligentes, melhores, corretos e precisos para o bem dos filhos; mesmo se, a princípio, estes caminhos sejam pouco ou nada agradáveis, é papel dos pais ou responsáveis pelas crianças e adolescentes serem incisivos mostrando que o coletivo, em muitas ocasiões, traz perigos e afasta do que traz um crescimento sustentado futuro.

Quando isso não ocorre, o futuro adulto tende a ter medo de “sair fora” do pensamento da maioria: acaba seguindo o que todos fazem simplesmente porque todos fazem. Pode até questionar silenciosamente mas cede, até mesmo em aspectos de seu próprio valor para não ser criticado por seus pares – que vivem a mesma angústia, numa espécie de “fraternidade de desgraças”. Desgraçados são tudo menos bem sucedidos.

Quem pensa a carreira e os negócios como alavancas de crescimento já passou por estas circunstâncias. Isso não significa que esta passagem foi tranquila e sem abalos: o medo de desagradar, de remar contra a corrente, ousar ser diferente existe nos bem sucedidos, mas é controlado por conhecer os riscos envolvidos, o mapa do caminho e o planejamento para atingir objetivos que muitos não conseguem.

É nesta etapa que todo mundo acaba ficando para trás ou permanecendo no conforto da zona conhecida, e quem se destaca ousa sair da “caixinha”, sustentar o próprio valor e realizar aquilo que todo mundo não consegue.

Sim, você não é todo mundo, porque seu sucesso e sua trajetória são únicas. Ouse ser diferente! Faça sua rota com segurança e conhecimento confiando no que é capaz e trabalhe nesta direção. Podem acontecer falhas, mas serão corrigidas pois subir um Everest requer movimentos de vai e vem – porém, com perseverança e conhecimento, o topo será seu, a descida será segura e a conquista concretizada.

O sucesso é de quem faz o que todo mundo não se dispõe a fazer, seja por dificuldade ou distância. “Difícil é o que não quero fazer, e longe é onde não quero ir”. Saia do todo mundo e venha para o sucesso que é só seu!



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